Formação de Liderança para gestores da Vila Velha realiza sua terceira etapa

Com o significativo crescimento da empresa decorrente de novos negócios e parcerias, a Vila Velha Seguros vem realizando ao longo de 2016 vários treinamentos de liderança entre seus gestores com o objetivo de capacitá-los para os futuros desafios do mercado.

Denominado de Futuro Seguro, o programa é constituído de vários workshops, palestras e treinamentos sobre a nova realidade do país e o papel da Vila Velha nesse contexto, o que culminou em uma reedificação da missão da empresa.

 

Conhecer as necessidades dos clientes, atendendo com excelência, inovando e proporcionando segurança e satisfação, com as melhores soluções em seguros, produtos e serviços, de forma sustentável.

O evento realizado no dia 1º de outubro no Circolo Italiano entre gestores e formadores de opinião da Vila Velha confiou a esses profissionais a importante tarefa de disseminar entre seus liderados a missão, visão e valores e sua importância para manter unificados os esforços em torno de um propósito.

Cresce a procura por seguros de pessoas no Brasil

Incertezas quanto às reformas trabalhistas e da previdência fazem crescer a procura por seguros de pessoas. Contratações desse tipo superaram R$ 15 bilhões no primeiro semestre e cresceram 3,7% no comparativo com 2015.

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6 dicas de segurança para porteiros de condomínio

Não importa o estado e a cidade: todos estão sujeitos a serem vítimas de assaltos. Por isso, adotar medidas de segurança para evitar invasões de bandidos é uma prática muito importante para prédios residenciais. Como a portaria é o ponto mais importante, separamos algumas dicas de segurança para portaria de condomínio.

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O que pode acontecer se você não pagar o condomínio

O cerco apertou para quem deixa de pagar a taxa de condomínio do prédio. Desde que novas regras entraram em vigência, em março, com o novo Código de Processo Civil, o medo de moradores de deixar de pagar e enfrentar sérias consequências já mostrou resultados.

Nos oito primeiros meses do ano, as ações de cobrança na Justiça de São Paulo caíram 64%, em comparação ao mesmo período do ano passado, como divulgou nesta segunda-feira (12) a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic).

“As pessoas evitam ficar inadimplentes e deixar o caso parar na Justiça, porque, agora, as consequências ruins estão mais próximas”, explica Angélica Arbex, gerente de relacionamento com o cliente da Lello Condomínios.

Mas afinal, o que pode acontecer de tão grave se você deixar de pagar o condomínio? Especialistas em direito condominial explicam a seguir.

1. Sua conta pode ser penhorada

Cada condomínio tem suas regras, estabelecidas em um documento chamado “convenção do condomínio”. Normalmente, a partir de 60 dias sem pagar a taxa, a administradora do prédio já pode acionar o proprietário do imóvel na Justiça, como explica o contador especialista em condomínios Aldo Junior, conhecido como Dr. Condomínio.

Desde março, pelo novo Código de Processo Civil, assim que o morador receber a cobrança pelos Correios, tem até três dias úteis para quitar seu débito. Se isso não acontecer, a Justiça pode fazer penhora online da sua conta corrente, ou seja, resgatar seu dinheiro para pagar o condomínio.

2. Seu nome pode ficar sujo

Em alguns estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, os condôminos que não pagaram a taxa de condomínio podem ter seus nomes negativados, incluídos em sistemas de proteção ao crédito (saiba como limpar seu nome no Serasa, SPC e SCPC).

Ao ficar com o nome sujo, você pode ser impedido de assumir um financiamento em qualquer banco ou de parcelar novas compras em qualquer loja do mercado, por exemplo, por até cinco anos.

3. Você pode perder seu carro ou o próprio imóvel

Depois de ser notificado, se em três dias o condômino não quitar sua inadimplência, a Justiça pode determinar a penhora de bens, como um carro ou o próprio imóvel, para pagar a dívida.
“Você pode perder o imóvel mesmo que seja o único bem da família”, alerta Aldo Junior.

4. Você pode ser impedido de votar em assembleia

Se estiver inadimplente, a administradora pode impedir que você tenha voz em assembleias importantes do condomínio. Na escolhas da vaga da garagem, na eleição do síndico ou na aprovação do orçamento, o morador pode ficar de fora.

5. Você pode ter que pagar multa e juros

Segundo o Código Civil, ao deixar de pagar o condomínio, o morador está sujeito a multa de 2% e juros de até 1% ao mês, conforme o que a convenção do condomínio determinar.

6. Você pode ser impedido de usar áreas de lazer

O condomínio pode impedir que você use áreas de lazer comuns, por entender que você geraria custos e não estaria pagando. No entanto, essa questão não é um consenso.

O que fazer se eu não consigo pagar o condomínio?

Por todos esses motivos listados acima, assim que o proprietário do imóvel perceber que não vai conseguir pagar o condomínio, é importante procurar imediatamente a administração para fazer um acordo e negociar sua dívida.

“A receita de bolo para não dever condomínio é agir rápido. Não adianta começar a se preocupar depois que já deixou de pagar quatro ou cinco meses e a dívida já está muito alta”, aconselha Angélica Arbex, da Lello Condomínios.

Vale lembrar que todas essas consequências podem acontecer só se a administração do condomínio entrar na Justiça. “O problema é que ela pode entrar na Justiça quando quiser, normalmente a partir de 60 dias sem pagar, conforme a convenção do condomínio”, explica Aldo Junior.

Se você aluga o imóvel e o seu contrato estabelece que o proprietário do imóvel é o responsável pelo pagamento da taxa de condomínio, é ele que sofrerá todas as consequências em caso de inadimplência, como explica o consultor jurídico Vinícius Costa, da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH).

Mas se o locatário deixar de pagar e gerar dívidas ao dono do imóvel, seu contrato de aluguel pode ser rescindido. Mesmo assim, a figura responsável pelo condomínio perante a administração é o proprietário.

Fonte: Exame

 

Semana Nacional do Trânsito

Em 2015, o DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) registrou mais de 42 mil casos de mortes em acidentes de trânsito, e mais de 515 mil casos de invalidez. Os números são impactantes!

Com o objetivo de reduzir o número de acidentes de trânsito por meio da conscientização da população brasileira, foi criada a Semana Nacional do Trânsito. Cada ano a campanha foca em uma temática diferente que relacionada a redução dos acidentes que educação da população.

Esse ano, a campanha visa conscientizar os cidadãos sobre a importância da mudança começar por você, por isso o título da campanha é: Eu sou +1 por um trânsito + seguro!

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Boletim completo do DPVAT

Confira abaixo um histórico dos temas das campanhas anteriores:

 2015: Seja você a mudança no Trânsito

2014: Cidade para as pessoas – proteção e prioridade ao pedestre

2013: Álcool, outras drogas e Segurança  no Trânsito  – Efeitos, Responsabilidades de Escolhas

Vila Velha apresenta mais um diferencial exclusivo no Seguro Condomínio

A Vila Velha Seguros anuncia seu mais novo diferencial. Os condomínios da grande São Paulo que contratarem ou renovarem o Seguro Condomínio terão direito a consultoria de engenharia civil gratuita com o objetivo de auxiliar o síndico na análise, liberação e documentação das reformas executadas pelos condôminos dentro das unidades.

O engenheiro responsável da Vila Velha, juntamente com o engenheiro ou arquiteto do condômino, farão a análise do imóvel e o escopo da reforma e orientarão o síndico para a liberação do que está sendo proposto. Ao término da obra será realizada a vistoria final no imóvel e emissão do laudo de conformidade sobre a segurança estrutural da reforma executada.

Este serviço é gratuito para as apólices contratadas na modalidade Ampla e válida para todas as unidades que iniciem suas reformas durante a vigência do seguro.

Para mais informações, entre em contato com a Vila Velha Seguros pelo telefone 11 3226 9717 e converse com um de nossos consultores.

Lei garante permanência dos funcionários no plano de saúde após aposentadoria

Ao se aproximar da aposentadoria, uma das maiores preocupações do trabalhador é com a continuidade do seu plano de saúde. Embora seja pouco conhecida, a Lei dos Planos de Saúde nº 9656/98 garante ao aposentado a manutenção do plano de saúde empresarial sob as mesmas condições vigentes durante o contrato de trabalho.

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Título de capitalização facilita a locação de imóveis residenciais e comerciais

Para facilitar a decisão e a conquista do imóvel desejado, existem no mercado imobiliário diferentes modalidades de garantias locatícias, como fiador, seguro fiança e depósito caução. Entre todas elas, o título de capitalização vem ganhando cada vez mais espaço. Essa é uma alternativa segura de locação do imóvel comercial ou residencial através de garantias completas para proprietários ou imobiliárias e vantagens exclusivas para inquilinos.

Prático e rápido, a escolha do título de capitalização como garantia de aluguel dispensa a figura do fiador e outros tipos de exigências burocráticas na adesão. Além disso, garante ao proprietário ou imobiliária recursos que poderão ser usados em caso de inadimplência ou danos causados pelo locatário, como danificações estruturais.

O valor do título de capitalização é acordado entre as partes, contratado com vigência de 12 ou 15 meses e quitado em pagamento único. Durante a vigência do contrato, o inquilino participa de sorteios mensais pela Loteria Federal no valor do título e, ao final, resgata o valor do título corrigido. Além disso, conta com assistência residencial especial como chaveiros, vidraceiros, eletricistas e encanador, entre outros, que trazem mais facilidade ao seu cotidiano.

Com completa comodidade ao final da vigência, ele poderá ser renovado automaticamente. O título de capitalização nada mais é que uma nova solução prática e ágil para quem deseja alugar um imóvel, seja ele residencial ou comercial.

Para mais informações, entre em contato com a nossa Central de Relacionamento através do número (11) 3226.9747 e fale com um de nossos consultores.

Administração da crise: perspectivas de aprendizado e crescimento

A crise bateu em nossas portas, na vida profissional e pessoal também.

Saber administrar a crise e sobreviver aos percalços exige ações continuadas, enxergar oportunidades, focar e traçar planos a curto prazo.

Crises são momentos, sempre existiram e vão existir.

A crise nos leva à reflexão, reposicionamento, atitudes, criatividade. Portanto, ter equipe neste momento é fundamental.

Um ponto importante é avaliar os negócios existentes dos parceiros, pesar o risco da centralização dos negócios (todos os ovos na mesma cesta pode ser um perigo ou solução).

A estratégia e desenvolvimento de novos negócios e exploração de novos mercados permitem que a empresa não seja surpreendida.

Ainda não foi inventado um remédio (alopatia ou homeopatia) para resolver uma crise.

Oportunidades existem e devemos estar preparados com motivação, desprendimento e conhecimento com o objetivo de agarrar e não deixar passar o trem.

É de extrema importância ter muito claro, com todos os colaboradores:
* Missão, Valores e Visão da Empresa – muito comuns hoje, mas pouco valorizados;
* Planejamento estratégico de comunicação e marketing;
* Explorar ao máximo as competências da empresa e as habilidades da equipe;
* Pessoas, o maior patrimônio da Empresa, merece investimentos, principalmente na contratação de novos talentos;
* Reciclagem dos existentes e exclusão daqueles de difícil adaptação e resistência à mudanças,
* Criar uma cultura organizacional com o intuito de levar a equipe a enxergar a empresa não como um emprego, mas como parte integrante da sua vida;
* Abrir um canal de comunicação ascendente pronto para escutar o que os colaboradores pensam da empresa, dos produtos e serviços;
* Estimular a criatividade entre as equipes, criando desafios de melhoria contínua, metas tangíveis, recompensando as melhores ideias.

Texto de José Ivanor Montanhana – Diretor de Mercado Imobiliário da Vila Velha Seguros

Multas por excesso de velocidade crescem na cidade de SP

Apenas nos primeiros quatro meses do ano, as punições por excesso de velocidade cresceram mais que o dobro na cidade de São Paulo, foi o que mostrou um levantamento realizado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
No período analisado foram mais de 2,07 milhões de autuações em 2016, ante 1,07 milhão de multas aplicadas em 2015.

As autuações por excesso de velocidade representaram mais da metade de todos os tipos de penalidades praticadas por condutores, totalizando 5,2 milhões. Foram, em média, 12 autuações por minuto – considerando apenas os condutores que excederam em até 20% a velocidade máxima permitida. Somando todos os tipos de autuações, o volume cresceu 50% no período.

Para os condutores, a causa do expressivo aumento pode ser explicada pela redução do limite máximo de velocidade no perímetro urbano para 50km/h e alterou as velocidades em vias importantes como as marginais Pinheiros e Tietê. Além disso, houve aumento nas fiscalizações através dos radares, em março desse ano havia 925 equipamentos distribuídos nas ruas e avenidas da capital – um aumento de 57,5% em relação a janeiro de 2013, quando eram apenas 587 radares.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) defende que as medidas adotadas visam impactar diretamente na redução do trânsito, de acidentes e de mortes. E para reforçar seu posicionamento, destaca que os acidentes com vítimas nas marginais, no período mesmo do ano, caíram 608 em 2015, para 380 em 2016.