11 apps para comprar a Zona Azul digital – obrigatória em SP

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

Desde a última segunda-feira (5), os motoristas da cidade de São Paulo não podem mais usar Zona Azul de papel, somente de forma digital. Para isso, há duas opções: utilizar aplicativos de smartphones para comprar créditos ou procurar postos de venda digital credenciados pela prefeitura.

Os pontos de vendas oficiais são bancas de jornal, bares, mercados, lanchonetes, drogarias e mercados. As compras são realizadas por meio de terminais de pagamento semelhantes a máquinas de cartões de débito ou crédito.

Se você possuir um smartphone com sistema Android, iOS ou Windows Phone, a compra de créditos pode acontecer rapidamente via aplicativo. O valor máximo cobrado por uma hora de estacionamento é de 5 reais. Na compra de dez créditos, o preço é de 45 reais.

Confira as principais opções de apps para adquirir créditos de Zona Azul digital, recomendadas pela própria CET.

– SP Cartão Azul Digital (Android, iPhone)
– Vaga Inteligente (Android, iPhone)
– Digipare (Android, iPhone, Windows Phone)
– ParkMe (Android, iPhone)
– Ponto Certo (Android, iPhone)
– Estacionamento Digital (Android, iPhone)
– Zazul (Android, iPhone)
– Estaciona App (Android, iPhone)
– Panda SP (Android, iPhone)
– Zona Azul Fácil (Android, iPhone)
– 4All Zona Azul (Android, iPhone)

Após o cadastro, a compra dos créditos nos aplicativos deve ser feita com o uso de cartões ou boleto bancário. A aquisição de créditos pode ser feita na hora de parar o carro em uma das 39.179 vagas na capital paulista ou com antecedência.

Quem possui folhas de Zona Azul pode ser reembolsado, a 4,50 cada, em um posto da CET, que fica na rua Senador Feijó, 143, 1º andar, até 31 de janeiro de 2017.

Fonte: Exame

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

Roubo a celular na Paulista dobra aos domingos

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

O total de celulares roubados e furtados aos domingos no primeiro ano do programa Paulista Aberta praticamente dobrou. Desde que a via passou a ser fechada para carros e aberta para pedestres, em outubro de 2015, a cada domingo são registrados, em média, 17 boletins de ocorrência por furto ou roubo de celular. Antes do programa, entre outubro de 2014 e setembro de 2015, a média era de 9.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) diz que intensificou o policiamento após a criação do programa, mas não informou o número de policiais a mais. Moradores e trabalhadores relatam sensação crescente de insegurança.

Dados da SSP obtidos pelo Estado, via Lei de Acesso à Informação, mostram que entre outubro de 2015 – início oficial do programa – e setembro deste ano foram registrados 2.879 boletins de ocorrência por furtos e roubos a celular. Um terço dos casos foi aos domingos, quando a via passou a ser ocupada por maior número de pessoas a pé. Já no período anterior, de outubro de 2014 a setembro de 2015, houve 1.817 registros.

Nos 52 domingos de Paulista aberta, ladrões levaram 884 telefones, avanço de 82% na comparação com 2015. Essa taxa é superior ao aumento total de furtos e roubos na capital (3,3%).

Os protestos pró-impeachment dos dias 15 de março e 12 de abril, registraram, juntos, 255 furtos e roubos de celulares. O domingo da Parada do Orgulho LGBT (7 de junho) foi o líder de boletins de ocorrência (378) por telefones roubados ou furtados em 2016. O número é o triplo dos casos registrados no evento em 2014, com 103 boletins.

Para a administradora de 13 prédios residenciais e comerciais na região, a advogada Raphaela Galletti, de 58 anos, a multidão distraída aos domingos na Paulista se tornou um “chamariz para os ladrões”.

Moradora de um edifício na esquina com a Brigadeiro Luís Antônio, Raphaela criou uma estratégia para não entrar nas estatísticas de criminalidade na Paulista. Se precisa sair de casa, não leva bolsa, celular ou carteira. Enfia cartões e dinheiro nos bolsos e atravessa atenta a avenida.

“A abertura aos domingos modificou todo o meio urbano. Tem aglomeração, gente passeando com vontade de lazer, sem estar prestando atenção”, diz Raphaela, que se queixa de falta de policiamento na via.

Entorno
O presidente do Conselho de Segurança (Conseg) da Bela Vista, Luciano Martins, afirma que os ladrões assaltam pedestres na Paulista e fogem para vias transversais de bairros, como a Bela Vista.

A proporção de aumento da criminalidade com foco no celular aos domingos supera o crescimento de segunda a sábado (50%). Mesmo assim, relatos de roubo e furto de celular por pessoas de bicicleta são comuns em dias de semana.

O auditor Felipe Moreira, de 24 anos, mora a uma quadra da avenida e, por ter o celular furtado em uma quinta-feira do mês passado, redobrou o cuidado. “Aos domingos, fico especialmente alerta”, afirma.

O empresário Henrique Coelho, de 25 anos, também evita o local no fim de semana após ter fugido de ao menos três tentativas de assalto durante a semana. “Não costumo ir aos domingos justamente pelo acúmulo de gente. O perigo aumenta”.

Fonte: Estadão 

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

Coisas que você precisa saber ao contratar seguro de celular

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

Não importa onde você esteja, é bem provável que leia esta matéria no smartphone, ou vá checá-lo nos próximos segundos, para olhar a hora ou o WhatsApp. O mercado de seguros para celulares surfa nessa onda e cresce 15% ao ano, mas ainda gera surpresas entre consumidores.

Na hora do aperto, muita gente descobre que algumas coberturas não incluem furtos simples ou queda na piscina, por exemplo, como aponta o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

– Prefira contratar o seguro se o aparelho for novo
Várias seguradoras não cobrem celulares que têm mais de um ano. O que pode acontecer é o seu seguro ser renovado, diante de um novo pagamento. Por isso, se optar por adquirir o seguro, faça enquanto o aparelho ainda é novo.

– Compare os preços entre seguradoras e apólices
O seguro de celular é precificado a partir de uma porcentagem sobre o valor do aparelho. Ou seja, quanto mais caro o celular, maior o preço da garantia. As coberturas incluídas na apólice e o endereço do consumidor também interferem na precificação.
O mesmo seguro pode ter uma grande diferença de preço, segundo o Idec. “Em geral, quanto mais caro o aparelho, mais o seguro compensa para o consumidor. Mas para valer a pena, depende muito da cobertura contratada”, orienta o advogado do Idec Christian Printes.

– Confira o valor da franquia
Normalmente os seguros para celular têm franquia, ou seja, o consumidor tem que pagar uma porcentagem do valor do aparelho ou do conserto se precisar acionar a apólice.
É essencial você conhecer essas regras, para evitar surpresas se precisar acionar o seguro e não prejudicar o orçamento.

– Saiba se o seguro cobre roubo e furto qualificado, danos acidentais ou os dois
A maioria dos seguros para celular cobre apenas roubo e furto qualificado. Isso significa que a apólice não cobre furtos simples, como o sumiço do celular de dentro da bolsa no ônibus ou de cima da mesa do restaurante, sem deixar algum dano aparente.
Esse é um dos pontos mais polêmicos do seguro de celular, que costuma pegar consumidores de surpresa. Por isso, é importante entender exatamente o que você está contratando.
Outras coberturas incluem danos acidentais ao aparelho, como a quebra da tela, desde que não haja responsabilidade do usuário no acidente. Mas é essencial observar os detalhes da apólice. Nem todas as coberturas incluem queda na piscina, por exemplo.

– Faça boletim de ocorrência, se o celular foi roubado ou furtado
Se acontecer um sinistro, como o mercado segurador chama a ocorrência, é importante o consumidor ter provas para mostrar à seguradora. Se for um roubo ou um furto, é preciso fazer um boletim de ocorrência para poder acionar a apólice contratada.

– Guarde a nota fiscal do aparelho
Guardar a nota fiscal original do celular também é essencial para poder acionar o seguro. É nela que estão registrados o modelo e o preço do smartphone, para a seguradora conferir a indenização que você receberá.

Fonte: Exame

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

11 apps para comprar a Zona Azul digital – obrigatória em SP

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

Desde a última segunda-feira (5), os motoristas da cidade de São Paulo não podem mais usar Zona Azul de papel, somente de forma digital. Para isso, há duas opções: utilizar aplicativos de smartphones para comprar créditos ou procurar postos de venda digital credenciados pela prefeitura.

Os pontos de vendas oficiais são bancas de jornal, bares, mercados, lanchonetes, drogarias e mercados. As compras são realizadas por meio de terminais de pagamento semelhantes a máquinas de cartões de débito ou crédito.

Se você possuir um smartphone com sistema Android, iOS ou Windows Phone, a compra de créditos pode acontecer rapidamente via aplicativo. O valor máximo cobrado por uma hora de estacionamento é de 5 reais. Na compra de dez créditos, o preço é de 45 reais.

Confira as principais opções de apps para adquirir créditos de Zona Azul digital, recomendadas pela própria CET.

– SP Cartão Azul Digital (Android, iPhone)
– Vaga Inteligente (Android, iPhone)
– Digipare (Android, iPhone, Windows Phone)
– ParkMe (Android, iPhone)
– Ponto Certo (Android, iPhone)
– Estacionamento Digital (Android, iPhone)
– Zazul (Android, iPhone)
– Estaciona App (Android, iPhone)
– Panda SP (Android, iPhone)
– Zona Azul Fácil (Android, iPhone)
– 4All Zona Azul (Android, iPhone)

Após o cadastro, a compra dos créditos nos aplicativos deve ser feita com o uso de cartões ou boleto bancário. A aquisição de créditos pode ser feita na hora de parar o carro em uma das 39.179 vagas na capital paulista ou com antecedência.

Quem possui folhas de Zona Azul pode ser reembolsado, a 4,50 cada, em um posto da CET, que fica na rua Senador Feijó, 143, 1º andar, até 31 de janeiro de 2017.

Fonte: Exame

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

Zona Azul no formato de papel vai continuar valendo até dia 4 de dezembro

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) prorrogou na sexta-feira (18) a validade da Zona Azul no formato de papel. O período de transição para o modo digital foi estendido até o dia 4 de dezembro.

A partir do dia 5 de dezembro, a Zona Azul de papel vai deixar de valer e os motoristas só poderão estacionar nas vagas de estacionamento rotativo com o Cartão Azul Digital, fornecido pelos aplicativos de celular. A medida para evitar a venda ilegal das folhas de papel já está valendo desde julho para São Paulo.

Entre os dias 21 de novembro e 30 de dezembro de 2016, as folhas em papel de Zona Azul oficiais e não utilizadas pelos motoristas serão reembolsadas pelo valor de R$ 4,50.

Quem precisar fazer a troca deverá comparecer à Gerência Comercial/CET, na rua Senador Feijó, no centro da capital, das 8h às 17h,  de segunda a sexta feira. Segundo a Companhia, no ato da devolução, os talões e as folhas passarão por perícia para conferência de sua autenticidade.

Como funcionam os apps

Ao invés de marcar com uma caneta a data, horário e placa do carro na folhinha, o motorista precisa, agora, cadastrar os dados veículo em um dos aplicativos de aparelhos móveis credenciados pela CET.

Após estacionar, o condutor aciona a placa do veículo e escolhe quanto tempo vai utilizar aquela vaga. Quando o tempo escolhido estiver para acabar, o próprio aplicativo vai enviar uma notificação ao usuário. Ele terá ainda a opção de renovar o crédito pelo celular se quiser deixar o automóvel estacionado por mais tempo

Não é necessário deixar nenhum tipo de comprovante no painel do veículo. Os agentes de trânsito vão consultar um banco de dados para conferir se o condutor pagou pela vaga. O usuário que considerar que foi autuado indevidamente poderá apresentar recurso de multa à Junta Administrativa de Recursos de Infração (Jari).

O pagamento é feito por cartão de crédito ou débito. O preço continua o mesmo: R$ 5 por período. Já o pacote de créditos com 10 cartões digitais sai por R$ 45. O objetivo é acabar com a comercialização ilegal de Zona Azul em São Paulo.

Fonte: IG

VOLTAR    |   DEZEMBRO    |   TODAS

Zona Azul no formato de papel vai continuar valendo até dia 4 de dezembro

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) prorrogou na sexta-feira (18) a validade da Zona Azul no formato de papel. O período de transição para o modo digital foi estendido até o dia 4 de dezembro.

A partir do dia 5 de dezembro, a Zona Azul de papel vai deixar de valer e os motoristas só poderão estacionar nas vagas de estacionamento rotativo com o Cartão Azul Digital, fornecido pelos aplicativos de celular. A medida para evitar a venda ilegal das folhas de papel já está valendo desde julho para São Paulo.

Entre os dias 21 de novembro e 30 de dezembro de 2016, as folhas em papel de Zona Azul oficiais e não utilizadas pelos motoristas serão reembolsadas pelo valor de R$ 4,50.

Quem precisar fazer a troca deverá comparecer à Gerência Comercial/CET, na rua Senador Feijó, no centro da capital, das 8h às 17h,  de segunda a sexta feira. Segundo a Companhia, no ato da devolução, os talões e as folhas passarão por perícia para conferência de sua autenticidade.

Como funcionam os apps

Ao invés de marcar com uma caneta a data, horário e placa do carro na folhinha, o motorista precisa, agora, cadastrar os dados veículo em um dos aplicativos de aparelhos móveis credenciados pela CET.

Após estacionar, o condutor aciona a placa do veículo e escolhe quanto tempo vai utilizar aquela vaga. Quando o tempo escolhido estiver para acabar, o próprio aplicativo vai enviar uma notificação ao usuário. Ele terá ainda a opção de renovar o crédito pelo celular se quiser deixar o automóvel estacionado por mais tempo

Não é necessário deixar nenhum tipo de comprovante no painel do veículo. Os agentes de trânsito vão consultar um banco de dados para conferir se o condutor pagou pela vaga. O usuário que considerar que foi autuado indevidamente poderá apresentar recurso de multa à Junta Administrativa de Recursos de Infração (Jari).

O pagamento é feito por cartão de crédito ou débito. O preço continua o mesmo: R$ 5 por período. Já o pacote de créditos com 10 cartões digitais sai por R$ 45. O objetivo é acabar com a comercialização ilegal de Zona Azul em São Paulo.

Fonte: IG

Você sabia que o Seguro Automóvel e Residência são bons amigos para sua viagem de férias?

O fim do ano está chegando e a ansiedade cresce para aqueles que gostam de por o pé na estrada com os amigos ou família. Mas fique atento e veja as dicas para fazer uma viagem de verão tranquila sem descuidar da segurança do veículo ou residência.

Cuidados com a bagagem e planejamento do trajeto já é meio caminho andado. Lembre-se, a manutenção do carro é fundamental e a maioria dos contratos de Seguro Automóvel já oferece a revisão do veículo, além de outros benefícios como assistência 24h que pode auxiliar o motorista caso haja algum imprevisto.  Socorro mecânico, assistência para pane seca, transporte para continuar a viagem e guincho são alguns serviços que estão disponíveis.

Assim como o Seguro de Automóvel, o Seguro Residência também oferece assistência 24h com diversos serviços como: chaveiro, eletricista, reparos hidráulicos, substituição de telhas, entre outros. No entanto, é preciso ficar atento quanto à cobertura na hora de contratar o seguro, pois ela varia de acordo com a seguradora e o plano.

Viaje tranquilo!  A Vila Velha está a sua disposição 24 horas, sete dias por semana, com uma equipe especializada em lhe atender em caso de imprevistos.