Zona Azul no formato de papel vai continuar valendo até dia 4 de dezembro

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A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) prorrogou na sexta-feira (18) a validade da Zona Azul no formato de papel. O período de transição para o modo digital foi estendido até o dia 4 de dezembro.

A partir do dia 5 de dezembro, a Zona Azul de papel vai deixar de valer e os motoristas só poderão estacionar nas vagas de estacionamento rotativo com o Cartão Azul Digital, fornecido pelos aplicativos de celular. A medida para evitar a venda ilegal das folhas de papel já está valendo desde julho para São Paulo.

Entre os dias 21 de novembro e 30 de dezembro de 2016, as folhas em papel de Zona Azul oficiais e não utilizadas pelos motoristas serão reembolsadas pelo valor de R$ 4,50.

Quem precisar fazer a troca deverá comparecer à Gerência Comercial/CET, na rua Senador Feijó, no centro da capital, das 8h às 17h,  de segunda a sexta feira. Segundo a Companhia, no ato da devolução, os talões e as folhas passarão por perícia para conferência de sua autenticidade.

Como funcionam os apps

Ao invés de marcar com uma caneta a data, horário e placa do carro na folhinha, o motorista precisa, agora, cadastrar os dados veículo em um dos aplicativos de aparelhos móveis credenciados pela CET.

Após estacionar, o condutor aciona a placa do veículo e escolhe quanto tempo vai utilizar aquela vaga. Quando o tempo escolhido estiver para acabar, o próprio aplicativo vai enviar uma notificação ao usuário. Ele terá ainda a opção de renovar o crédito pelo celular se quiser deixar o automóvel estacionado por mais tempo

Não é necessário deixar nenhum tipo de comprovante no painel do veículo. Os agentes de trânsito vão consultar um banco de dados para conferir se o condutor pagou pela vaga. O usuário que considerar que foi autuado indevidamente poderá apresentar recurso de multa à Junta Administrativa de Recursos de Infração (Jari).

O pagamento é feito por cartão de crédito ou débito. O preço continua o mesmo: R$ 5 por período. Já o pacote de créditos com 10 cartões digitais sai por R$ 45. O objetivo é acabar com a comercialização ilegal de Zona Azul em São Paulo.

Fonte: IG

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Zona Azul no formato de papel vai continuar valendo até dia 4 de dezembro

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) prorrogou na sexta-feira (18) a validade da Zona Azul no formato de papel. O período de transição para o modo digital foi estendido até o dia 4 de dezembro.

A partir do dia 5 de dezembro, a Zona Azul de papel vai deixar de valer e os motoristas só poderão estacionar nas vagas de estacionamento rotativo com o Cartão Azul Digital, fornecido pelos aplicativos de celular. A medida para evitar a venda ilegal das folhas de papel já está valendo desde julho para São Paulo.

Entre os dias 21 de novembro e 30 de dezembro de 2016, as folhas em papel de Zona Azul oficiais e não utilizadas pelos motoristas serão reembolsadas pelo valor de R$ 4,50.

Quem precisar fazer a troca deverá comparecer à Gerência Comercial/CET, na rua Senador Feijó, no centro da capital, das 8h às 17h,  de segunda a sexta feira. Segundo a Companhia, no ato da devolução, os talões e as folhas passarão por perícia para conferência de sua autenticidade.

Como funcionam os apps

Ao invés de marcar com uma caneta a data, horário e placa do carro na folhinha, o motorista precisa, agora, cadastrar os dados veículo em um dos aplicativos de aparelhos móveis credenciados pela CET.

Após estacionar, o condutor aciona a placa do veículo e escolhe quanto tempo vai utilizar aquela vaga. Quando o tempo escolhido estiver para acabar, o próprio aplicativo vai enviar uma notificação ao usuário. Ele terá ainda a opção de renovar o crédito pelo celular se quiser deixar o automóvel estacionado por mais tempo

Não é necessário deixar nenhum tipo de comprovante no painel do veículo. Os agentes de trânsito vão consultar um banco de dados para conferir se o condutor pagou pela vaga. O usuário que considerar que foi autuado indevidamente poderá apresentar recurso de multa à Junta Administrativa de Recursos de Infração (Jari).

O pagamento é feito por cartão de crédito ou débito. O preço continua o mesmo: R$ 5 por período. Já o pacote de créditos com 10 cartões digitais sai por R$ 45. O objetivo é acabar com a comercialização ilegal de Zona Azul em São Paulo.

Fonte: IG

Você sabia que o Seguro Automóvel e Residência são bons amigos para sua viagem de férias?

O fim do ano está chegando e a ansiedade cresce para aqueles que gostam de por o pé na estrada com os amigos ou família. Mas fique atento e veja as dicas para fazer uma viagem de verão tranquila sem descuidar da segurança do veículo ou residência.

Cuidados com a bagagem e planejamento do trajeto já é meio caminho andado. Lembre-se, a manutenção do carro é fundamental e a maioria dos contratos de Seguro Automóvel já oferece a revisão do veículo, além de outros benefícios como assistência 24h que pode auxiliar o motorista caso haja algum imprevisto.  Socorro mecânico, assistência para pane seca, transporte para continuar a viagem e guincho são alguns serviços que estão disponíveis.

Assim como o Seguro de Automóvel, o Seguro Residência também oferece assistência 24h com diversos serviços como: chaveiro, eletricista, reparos hidráulicos, substituição de telhas, entre outros. No entanto, é preciso ficar atento quanto à cobertura na hora de contratar o seguro, pois ela varia de acordo com a seguradora e o plano.

Viaje tranquilo!  A Vila Velha está a sua disposição 24 horas, sete dias por semana, com uma equipe especializada em lhe atender em caso de imprevistos.

 

Quanto custa e como manter os tapetes do seu carro

Para manter o carro limpo, vale investir em um bom jogo de tapetes. Eles protegem o carpete que forra a cabine contra o desgaste e a sujeira e dão segurança para o motorista ao acionar os pedais. Esses acessórios são vendidos em concessionárias e lojas de autopeças por preços que partem de R$ 50.

O primeiro passo é escolher o tipo de material dos tapetes. Os mais tradicionais são os de borracha. “Eles devem conter dispositivos que os prendam ao assoalho, evitando que deslizem para baixo dos pedais, provocando acidentes”, recomenda o gerente nacional de vendas da fabricante de tapetes Borcol, Francisco Santos. “Os nossos têm travas pontiagudas e, em alguns casos há ilhoses para fixação em pinos na cabine.”

Outras opções são os tapetes feitos de carpete ou de PVC. “São materiais mais duráveis e não têm o inconveniente do mau cheiro que desprende da borracha com o tempo”, compara Orsini Rui, da Samara Car, que também produz e vende tapetes. “Os feitos de PVC são isolantes acústicos e alguns recebem a aplicação de produtos com propriedade antiácaro.”

Conservação. A durabilidade das peças varia com o tipo de utilização do veículo. O tapete do motorista sofre desgaste mais acentuado, pelo atrito frequente com os pés do condutor, mas não pode ser reposto separadamente – as lojas vendem apenas o jogo completo. “Eles são produzidos em prensas que fazem as quatro peças de uma só vez”, justifica Santos. “Quem quiser economizar pode adquirir um jogo de duas peças para a picape Saveiro e instalar em um Gol, por exemplo.”

Santos diz que um tapete com 98% de borracha dura de três a cinco anos, mas há peças com 30% desse material, que se degradam mais rápido em temperaturas extremas. “Os de PVC duram até sete anos, se bem cuidados”, fala Rui.

Os de borracha devem ser lavados com água e sabão neutro e secos ao sol. Produtos com silicone podem danificá-los. Nos de carpete, basta esfregar um pano umedecido com água. Para os tapetes de PVC, o melhor é lavar com jato de pressão de água ou a seco, em um lava-rápido.

Preços.Da Borcol, o jogo com quatro tapetes de borracha tem preço de R$ 59,90. Há peças avulsas para forrar o porta-malas, por R$ 99,90, e o túnel central traseiro, por R$ 16,90. Entre os tapetes feitos de carpete ou PVC, os preços da Samara Car partem de R$ 50 para os modelos chamados universais, com formato padronizado.

Se forem feitos sob medida com o nome do carro bordado, tiverem velcro, apliques coloridos nas laterais ou espessura de até 12 mm (o normal são 4 mm), os valores do jogo oscilarão de R$ 70 a R$ 400.

Fonte: Estadão

Multas darão suspensão da CNH de seis meses

Os motoristas brasileiros precisarão ficar mais atentos à quantidade de multas que tomam. Desde 1 de novembro passou a vigorar a Lei 13.281/16 que prevê o aumento do tempo de suspensão da carteira de motorista, a CNH, para quem ultrapassar os 20 pontos acumulados no prontuário ao longo de um ano.

Até então, o motorista ficava um mês sem poder dirigir, passados os 20 pontos. Agora, a suspensão passa para pelo menos seis meses, podendo chegar a um ano. Caso o condutor some novamente 20 pontos num período de doze meses após a primeira suspensão, os prazos variam entre oito meses e dois anos.

Quem for suspenso ainda terá que passar por 30 horas de aula num curso de reciclagem e ser aprovado em exame teórico para poder voltar a dirigir.

 

Fonte:  Estadão

Help 4 Family – É sempre bom ter com quem contar!

Durante o decorrer da vida, qualquer pessoa está sujeita a imprevistos e grandes abalos emocionais. Seja no recebimento do diagnóstico de uma enfermidade grave ou na perda de alguém querido, para todos o sentimento é singular. imagem_word-01
Especialmente desenvolvido para auxiliá-lo em momentos críticos, o Help 4 Family oferece completa assistência com o intuito de minimizar os altos custos emocionais dispendidos na busca por cuidados especiais com a saúde ou na despedida de alguém próximo, proporcionando soluções que garantam maior tranquilidade, segurança e comodidade aos beneficiados.

Em parceria com empresas experientes em seus segmentos, o novo produto reúne inicialmente uma assistência altamente especializada e pronta para ajudá-lo nos momentos delicados da vida: na Assistência em caso de Falecimento de Familiar.

A Assistência em caso de falecimento familiar disponibiliza conforto e tranquilidade para a família diante da perda de alguém querido. A sua contratação busca reduzir nesse momento delicado, as preocupações com trâmites burocráticos (formalidades administrativas, organização da cerimônia, sepultamento e cremação, entre outros).

Como Funciona?

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Conheça ABCEL

Ninguém quer pensar sobre a perda de pessoas do nosso círculo de relacionamento, ainda mais em momentos críticos, onde não é fácil decidir sobre os procedimentos burocráticos que envolvem o sepultamento de um familiar ou uma pessoa próxima.

Com o intuito de minimizar o desgaste emocional, o Help 4 Family dá acesso ao Serviço de Assistência em caso de Falecimento de Familiar a você, seus familiares e amigos, garantindo suporte especializado para lidar com todos os processos e documentações que demandam tempo e organização.

O Help 4 Family disponibilizará uma assistência preparada para ajudar nas providências necessárias, formalidades administrativas, translado de corpo para a cidade de domicílio (inclusive internacionais), preparação do corpo, organização da cerimônia, sepultamento ou cremação e demais necessidades.

O serviço possui abrangência nacional e oferece atendimento personalizado, sendo responsável por entregar tudo resolvido com rapidez aos familiares. Além disso, oferece todas as informações necessárias, como também os valores praticados no mercado, evitando oportunismos. Basta um simples telefonema.

 brasil-01Serviços disponibilizados em todo o território nacional

check-01.png Documentação                     check-01.png Flores                                          check-01.png Traslado
check-01.png Urna                                        check-01.png Preparação do Corpo              check-01.png Exumação
check-01.png Veículo                                   check-01.png Livro de Presença                    check-01.png Cremação
check-01.png Véu                                          check-01.png Paramentos                               check-01.png Transmissão de
check-01.png Capela                                    check-01.png Sepultamento                                 Mensagens Urgentes

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FAQ

losango-01.png  Como funciona o serviço de Assistência em caso de Falecimento de Familiar?
A Abcel irá disponibilizar suporte especializado para ajudar na assessoria completa para as formalidades administrativas: documentação, urna, veículo, véu, capela, flores, preparação do corpo, livro de presença, paramentos, sepultamento, cremação, translado e exumação. Tudo isso, em conjunto com o Help 4 Family que validará a qualidade do atendimento prestado durante todo o processo.

losango-01.png  A assistência pode auxiliar na compra de um jazigo?
Sim, a contratação inclui suporte completo na resolução de todos os trâmites que envolvem o decesso.

losango-01.png  A compra do jazigo é obrigatória?
Não, mas pode variar conforme o município. Na cidade de São Paulo, a Prefeitura cede um local pelo prazo de três anos. Caso a família se interesse, a empresa fornecerá todas as informações necessárias para aquisição.

losango-01.png  Qual o procedimento para uma cremação?
Caso não haja registro anterior, a família poderá se dirigir a um cartório, afirmando que era vontade expressa verbalmente do falecido e então autorizar a cremação com testemunhas. A legislação brasileira estabelece que sejam aguardadas 48 horas após o óbito. Algumas religiões sugerem aguardar um tempo maior (a doutrina espírita, por exemplo, sugere aguardar 72 horas).

losango-01.png  Por quanto tempo o velório pode ser estendido?
O tempo permitido e regulamentado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), é de até 24 horas após o falecimento, isto sem a necessidade de aplicação de tanatopraxia. A tanatopraxia possibilita que o tempo de velório seja prolongado.

losango-01.png  Quanto custa a assistência em caso de falecimento familiar?
Os valores variam de acordo com os itens contratados e a localidade. Entretanto os preços cobrados pela empresa são os mesmos de mercado, podendo ser informado antes da contratação do serviço, sem falar na comodidade para a família.

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Assistência a apenas uma ligação de distância, onde você estiver.

Dúvidas? Ligue para a Central de Atendimento

0800 771 1345

Atendimento 24 horas, com abrangência em todo território nacional

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Vila Velha marca presença no Enacon 2016

O circuito de palestras do Enacon 2016 (Encontro das Administradoras de Condomínios) promovido pelo Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo) aconteceu nos dias 5 e 6 de outubro e reuniu as principais lideranças e profissionais do mercado de administração imobiliária e de condomínios na sede do Secovi-SP, em São Paulo.

Mais uma vez como patrocinadora do evento, a Vila Velha Seguros apresentou ao público seus produtos Cobertura Ampla, Proteção Residencial Conteúdo Mais, desenvolvido para indenizar rupturas de encanamento e vazamento entre unidades vizinhas nos condomínios residenciais e divulgou sua área exclusiva de Benefícios para Recursos Humanos.

Advogados, economistas e executivos do segmento compareceram ao evento.  A programação teve como principais temas as tendências atuais da administração condominial, principalmente na área de tecnologia, panorama econômico brasileiro, e o que esperar da gestão condominial nos próximos 5 anos.  Entre os palestrantes estavam os filósofos Dulce Magalhães e Leandro Karnal, a consultora Vânia Ferrari, o desembargador Sylvio Capanema, a jornalista Denise Campos de Toledo, o sociólogo Marco Antonio Villla e o professor e administrador de Imóveis Pepe Gutierrez.

Se envolveu em um acidente de trânsito? Saiba o que fazer após uma ocorrência

De acordo com o Detran, primeiro de tudo o motorista deve manter a calma, verificar se há vítimas e sinalizar o local. Mas e depois? Como proceder?

De acordo com o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, só no primeiro semestre de 2016 foram registrados mais de 94 mil acidentes de trânsito no Estado de São Paulo, entre colisões, choques e atropelamentos. Nesta hora, a primeira coisa que o motorista deve fazer é manter a calma, verificar se há vítimas e sinalizar o local. Mas e depois? O que fazer?

De acordo com o Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), em caso de acidente com pessoas feridas, é preciso acionar os serviços de emergência: Polícia Militar (190), Polícia Rodoviária Federal (191), SAMU (192) e Bombeiros (193). O motorista não deve mudar o veículo de lugar e nem movimentar os feridos, já que isso pode gerar sequelas graves.

Já quando não há feridos, é mais simples. Os veículos podem ser retirados da via para não atrapalhar o trânsito, e o motorista deve anotar os dados do(s) outro(s) envolvido(s) caso seja preciso um Boletim de Ocorrência (B.O.). Também é importante tirar fotos do ocorrido e guardar a data, horário e local do acidente.

Boletim de Ocorrência

Quando não há feridos ou danos ao patrimônio público, um B.O. só é feito quando os envolvidos querem. O documento pode ser registrado pela internet, no site da Polícia Militar – no caso de ocorrência nas rodovias estaduais, e da Polícia Civil – nas demais vias.

Remoção de veículos

No caso de feridos, os veículos só podem ser removidos após a chegada da polícia ou realização de perícia. Por conta disso, após o acidente é preciso acionar o serviço de trânsito da cidade.

Multas

A postura do motorista após a ocorrência pode gerar outro tipo de dor de cabeça: uma multa de trânsito. Deixar de socorrer um ferido, por exemplo, pode causar detenção que varia de um a seis meses e/ou multa de R$ 957,70. Já quando não há vítimas, deixar de remover o(s) veículo(s) do local pode gerar uma cobrança de R$ 85,14.

Após o acidente

O condutor responsável pela ocorrência deve contatar a seguradora da qual é cliente para repassar os dados do outro envolvido para que sejam realizados os reparos necessários. Quando a pessoa não tem seguro, ela mesma deve arcar com os custos. Em caso de danos na numeração do motor ou do chassi, é necessário fazer a remarcação do veículo.

O condutor, passageiro ou pedestre que se envolver em um acidente de trânsito pode ainda solicitar o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Seguro DPVAT), que oferece cobertura em caso de morte, invalidez permanente e reembolso de despesas.

Fonte: IG

O que pode acontecer se você não pagar o condomínio

O cerco apertou para quem deixa de pagar a taxa de condomínio do prédio. Desde que novas regras entraram em vigência, em março, com o novo Código de Processo Civil, o medo de moradores de deixar de pagar e enfrentar sérias consequências já mostrou resultados.

Nos oito primeiros meses do ano, as ações de cobrança na Justiça de São Paulo caíram 64%, em comparação ao mesmo período do ano passado, como divulgou nesta segunda-feira (12) a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic).

“As pessoas evitam ficar inadimplentes e deixar o caso parar na Justiça, porque, agora, as consequências ruins estão mais próximas”, explica Angélica Arbex, gerente de relacionamento com o cliente da Lello Condomínios.

Mas afinal, o que pode acontecer de tão grave se você deixar de pagar o condomínio? Especialistas em direito condominial explicam a seguir.

1. Sua conta pode ser penhorada

Cada condomínio tem suas regras, estabelecidas em um documento chamado “convenção do condomínio”. Normalmente, a partir de 60 dias sem pagar a taxa, a administradora do prédio já pode acionar o proprietário do imóvel na Justiça, como explica o contador especialista em condomínios Aldo Junior, conhecido como Dr. Condomínio.

Desde março, pelo novo Código de Processo Civil, assim que o morador receber a cobrança pelos Correios, tem até três dias úteis para quitar seu débito. Se isso não acontecer, a Justiça pode fazer penhora online da sua conta corrente, ou seja, resgatar seu dinheiro para pagar o condomínio.

2. Seu nome pode ficar sujo

Em alguns estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, os condôminos que não pagaram a taxa de condomínio podem ter seus nomes negativados, incluídos em sistemas de proteção ao crédito (saiba como limpar seu nome no Serasa, SPC e SCPC).

Ao ficar com o nome sujo, você pode ser impedido de assumir um financiamento em qualquer banco ou de parcelar novas compras em qualquer loja do mercado, por exemplo, por até cinco anos.

3. Você pode perder seu carro ou o próprio imóvel

Depois de ser notificado, se em três dias o condômino não quitar sua inadimplência, a Justiça pode determinar a penhora de bens, como um carro ou o próprio imóvel, para pagar a dívida.
“Você pode perder o imóvel mesmo que seja o único bem da família”, alerta Aldo Junior.

4. Você pode ser impedido de votar em assembleia

Se estiver inadimplente, a administradora pode impedir que você tenha voz em assembleias importantes do condomínio. Na escolhas da vaga da garagem, na eleição do síndico ou na aprovação do orçamento, o morador pode ficar de fora.

5. Você pode ter que pagar multa e juros

Segundo o Código Civil, ao deixar de pagar o condomínio, o morador está sujeito a multa de 2% e juros de até 1% ao mês, conforme o que a convenção do condomínio determinar.

6. Você pode ser impedido de usar áreas de lazer

O condomínio pode impedir que você use áreas de lazer comuns, por entender que você geraria custos e não estaria pagando. No entanto, essa questão não é um consenso.

O que fazer se eu não consigo pagar o condomínio?

Por todos esses motivos listados acima, assim que o proprietário do imóvel perceber que não vai conseguir pagar o condomínio, é importante procurar imediatamente a administração para fazer um acordo e negociar sua dívida.

“A receita de bolo para não dever condomínio é agir rápido. Não adianta começar a se preocupar depois que já deixou de pagar quatro ou cinco meses e a dívida já está muito alta”, aconselha Angélica Arbex, da Lello Condomínios.

Vale lembrar que todas essas consequências podem acontecer só se a administração do condomínio entrar na Justiça. “O problema é que ela pode entrar na Justiça quando quiser, normalmente a partir de 60 dias sem pagar, conforme a convenção do condomínio”, explica Aldo Junior.

Se você aluga o imóvel e o seu contrato estabelece que o proprietário do imóvel é o responsável pelo pagamento da taxa de condomínio, é ele que sofrerá todas as consequências em caso de inadimplência, como explica o consultor jurídico Vinícius Costa, da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH).

Mas se o locatário deixar de pagar e gerar dívidas ao dono do imóvel, seu contrato de aluguel pode ser rescindido. Mesmo assim, a figura responsável pelo condomínio perante a administração é o proprietário.

Fonte: Exame

 

Administração da crise: perspectivas de aprendizado e crescimento

A crise bateu em nossas portas, na vida profissional e pessoal também.

Saber administrar a crise e sobreviver aos percalços exige ações continuadas, enxergar oportunidades, focar e traçar planos a curto prazo.

Crises são momentos, sempre existiram e vão existir.

A crise nos leva à reflexão, reposicionamento, atitudes, criatividade. Portanto, ter equipe neste momento é fundamental.

Um ponto importante é avaliar os negócios existentes dos parceiros, pesar o risco da centralização dos negócios (todos os ovos na mesma cesta pode ser um perigo ou solução).

A estratégia e desenvolvimento de novos negócios e exploração de novos mercados permitem que a empresa não seja surpreendida.

Ainda não foi inventado um remédio (alopatia ou homeopatia) para resolver uma crise.

Oportunidades existem e devemos estar preparados com motivação, desprendimento e conhecimento com o objetivo de agarrar e não deixar passar o trem.

É de extrema importância ter muito claro, com todos os colaboradores:
* Missão, Valores e Visão da Empresa – muito comuns hoje, mas pouco valorizados;
* Planejamento estratégico de comunicação e marketing;
* Explorar ao máximo as competências da empresa e as habilidades da equipe;
* Pessoas, o maior patrimônio da Empresa, merece investimentos, principalmente na contratação de novos talentos;
* Reciclagem dos existentes e exclusão daqueles de difícil adaptação e resistência à mudanças,
* Criar uma cultura organizacional com o intuito de levar a equipe a enxergar a empresa não como um emprego, mas como parte integrante da sua vida;
* Abrir um canal de comunicação ascendente pronto para escutar o que os colaboradores pensam da empresa, dos produtos e serviços;
* Estimular a criatividade entre as equipes, criando desafios de melhoria contínua, metas tangíveis, recompensando as melhores ideias.

Texto de José Ivanor Montanhana – Diretor de Mercado Imobiliário da Vila Velha Seguros