Curiosidades sobre o Seguro DPVAT

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Março/ 2018

O DPVAT é um seguro obrigatório criado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito causados por veículos automotores (ou seja, que têm motor próprio). Por essa definição, não se enquadram bicicletas, barcos ou aeronaves.

As indenizações são pagas individualmente para cada vítima e não há limite de vítimas a serem indenizadas em um acidente.

A indenização é paga independente de quantas vezes a mesma pessoa ou o mesmo veículo se envolveu em um acidente. Ou seja, é possível requerer outra indenização em sequência se a vítima sofrer outro acidente pouco tempo depois.

Estrangeiros também podem pedir indenização do DPVAT. O único requisito é que o acidente de trânsito tenha ocorrido em território brasileiro.

Ao pagar o seguro DPVAT, 45% do valor é direcionado para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 5% é direcionado para o Denatran, que deve investir esse dinheiro em campanhas de educação e conscientização no trânsito visando prevenir acidentes. Os outros 50% são destinados ao pagamento das indenizações e à administração das operações do DPVAT em todo o território nacional.

Só dá direito à indenização casos de morte e invalidez permanente, ou seja, quando a funcionalidade do órgão ou do membro é afetada integralmente ou em parte. Por esse motivo, não são indenizadas lesões estéticas.

Dados da Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, mostram que a faixa economicamente ativa é a mais afetada pelos acidentes de trânsito – No primeiro bimestre de 2018, registrou o pagamento de 40.463 indenizações por invalidez permanente. Apesar do número ser 13% menor do que o do mesmo período do ano passado, os casos de invalidez representaram 71% dos sinistros pagos em janeiro e fevereiro. O volume total de indenizações pago no período foi 8% menor ante 2017, totalizando 56.581 mil demandas atendidas.

O grupo mais afetado por acidentes de trânsito é formado por homens jovens, em idade economicamente ativa: 48% das indenizações foram para vítimas com idade entre 18 e 34 anos. Esse padrão vem se repetindo ao longo dos últimos anos, assim como o fato da ampla maioria das indenizações (76%) estar relacionada a acidentes de motos, mesmo com as motocicletas sendo apenas 27% da frota nacional de veículos.

A maior incidência de acidentes continua sendo no período do anoitecer, entre 17h e 19h59, concentrando 24% dos acidentes indenizados no primeiro bimestre de 2018.

Fonte: icarros | Seguradora Líder


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